CABOS AFUMEX.

19 jun 2009

 

 

     A nova família de cabos Afumex é baseada em materiais LSOH (baixa fumaça, zero halogênio) e obedece à norma NBR 13248 brasileira, além de atender as mais importantes normas européias para cabos de baixa tensão (LV) e cabos para construção (BW).

   O objetivo do projeto Afumex da Prysmian foi o de desenvolver materiais com alto nível de desempenho elétrico e mecânico e excelente       resistência à propagação de chamas  (de acordo com as normas   internacionais IEC).

   Seguindo rigorosos e repetidos ensaios, a Prysmian gerou provas comprovando as vantagens da classe de cabos AFUMEX®, como segue:

a)     Emissão extremamente baixa de monóxido de carbono (CO), substancialmente abaixo de níveis suportáveis. O CO é particularmente perigoso devido à ausência completa de qualquer cor ou dor.

b)    Nenhuma emissão do gás halogênio.De todos os gases halogênicos o mais perigoso é o ácido clorídrico(HCI), e  ele pode ser especialmente agressivo contra equipamentos e componentes eletrônicos, bem como ser prejudicial ao sistema respiratório humano.

c)     Baixa emissão de fumaça opaca, substancialmente abaixo do limiar de visibilidade, desse modo auxiliando nos procedimentos de evacuação e permitindo aos serviços de emergência executarem suas operações de salvamento mais facilmente.

d)    Em qualquer dos materiais do cabo, a ausência completa de chumbo está em consonância com a filosofia de normas européias para a proteção do meio ambiente (ISO 14000).

 

CARACTERÍSTICAS: > Os CABOS AFUMEX possuem, além das características de não propagação e auto-extinção  do fogo, constatadas através dos ensaios de índice de oxigênio e queima vertical (fogueira), as exclusivas propriedades de baixa emissão de fumaça e gases tóxicos e corrosivos. Cabo especialmente feito para instalações em locais de aglomeração pública: hospitais, teatros, cinemas, áreas comuns em shopping centers, escolas, igrejas, etc.Conforme norma de instalação NBR 5410/2004.

   Como os cabos Afumex possuem características importante de zero corrosividade são indicados para aplicações em painéis industriais, para instalações em processos de fabricação onde deseja-se maior confiabilidade e menor risco para os sistemas.

 

INDÚSTRIA:  >  Os  cabos Afumex provêem segurança onde equipamentos de alto custo ou processos cruciais ficam em risco, pois em caso de incêndio apresentam zero corrosividade. Cabines de comando, painéis de controle, quadros e laboratórios são aplicações típicas (em usinas elétricas, na indústria petroquímica, eletrônica, minas,indústria farmacêutica, indústria alimentícia, data centers, etc.)

 

INFRA - ESTRUTURA:  >  Onde um número grande de pessoas se concentra, frequentemente (como em aeroportos, estações de metrô, túneis, etc.), o fogo se torna potencialmente muito perigoso. O Afumex garante o nível necessário de segurança, tanto por evitar a fumaça que causa pânico e os gases tóxicos, como também, auxiliando a intervenção dos bombeiros.

 

COMERCIAL:  >  O Afumex cobre um amplo número de aplicações. Nos casos em que a segurança das pessoas esteja ameaçada por vários fatores e o tempo de reação em uma emergência seja mais lento que o normal, o Afumex fornece o tempo extra necessário para uma fuga segura. Exemplo de aplicações: hotéis, hospitais, escolas, cinemas, discotecas, bancos, centros comerciais, escritórios, etc… . Tornam-se indispensáveis quando o patrimônio é de interesse especial (edificações históricas, mobílias valiosas). Seu uso é obrigatório para edificações não residenciais com altura superior a 28 metros conforme tabela 21 da NBR 5410/2004.

 

RESIDENCIAL:  >  O nível de segurança em nossas residências pode ser significativamente aumentado pelo uso dos cabos Afumex. Afumex é o cabo de energia especialmente desenvolvido para imóveis que concentram grande número de pessoas ou que apresentam dificuldade de fuga  em caso de incêndio. Seu uso é obrigatório para edificações exclusivamente residenciais com altura superior a 50 metros.

 


DICAS

19 jun 2009

PADRONIZAÇÃO DE PLUGUES E TOMADAS PADRÃO BRASILEIRO 

 

 

 

    A norma para padronização de plugues e tomadas, a NBR 14136:2002, vem sendo colocada em prática em datas escalonadas, com o objetivo de permitir a adaptação do mercado aos novos padrões.

   Os favoráveis à implantação do novo padrão alegam que o formato garante a segurança das instalações e principalmente do usuário por não permitir a inserção parcial, ou seja, se um plugue estiver parcial ou totalmente inserido na tomada, o novo formato não permite o contato com as partes vivas (energizadas).

   Além disso, o padrão não possibilita a inserção unipolar, o que significa que não estabelece ligação entre um pino de um plugue e o contato sob tensão de uma tomada enquanto o outro pino permanecer acessível. “Quando uma criança, por exemplo, insere um plugue na tomada acidentalmente, menos de metade inserida já é o suficiente para contato com a parte elétrica, o que pode causar um choque fatal. Um acidente como esse poderia ser evitado com o novo padrão”.

 

O QUE MUDA

  

As novas regras estabelecem que os plugues sejam padronizados em dois modelos: pino redondo com dois terminais e pino redondo com três terminais, sendo um terminal terra. O encaixe do plugue deverá ter o formato hexagonal e as tomadas, nas quais o encaixe será feito, terão um baixo relevo de 8 a 12 milímetros de profundidade, criando uma espécie de “buraco” em que o plugue ficará acomodado, evitando folgas e exposição dos terminais metálicos e, consequentemente, diminuindo riscos de choques elétricos – uma das principais preocupações do novo formato.

   Os pinos chatos deixam de existir com o novo padrão, permanecendo apenas os terminais redondos. Também será proibida a fabricação dos benjamins (comumente chamados de “T” por conta do formato), pois serão substituídos por soluções com limites de ligações encadeadas que a rede elétrica possa suportar. Isso evitará a sobrecarga de um único ponto da rede elétrica,exigindo mais planejamento nas instalações.

   A tomada – padrão brasileira também foi desenvolvida para evitar a conexão de equipamentos com potência superior à que a tomada pode suportar,evitando a queima acidental de eletroeletrônicos.A padronização prevê dois modelos de tomadas: de 10A e de 20A, que se diferem em relação ao orifício para o encaixe dos plugues. Dessa forma, a tomada de 10A não aceita plugues de 20A. Já a tomada de 20A aceita a inserção de ambos.

   Uma das exigências do novo padrão é a presença do terceiro pino,para adapta-lo ao sistema de aterramento, e do condutor terra das edificações, uma cobrança da norma que padroniza as instalações elétricas de baixa tensão (NBR 5410), reforçada pela lei Nº11.337, publicada em 26 de julho de 2006, que estabelece que “As edificações cuja construção se inicie a partir da vigência desta lei deverão obrigatoriamente possuir sistema de aterramento e instalações elétricas compatíveis com  a utilização do condutor terra de proteção,bem como tomadas com o terceiro contato correspondente”.

   Ressalta-se, porém, que instalar tomada com o terceiro pino não protege contra descargas atmosféricas se as instalações internas necessárias para o aterramento não estiverem adequadas. “Se mudar apenas a tomada e não instalar o fio terra, torna-se apenas um item ilustrativo”, ressalta Fábian Yahksic, da Abinee.

 

DE OLHO NOS PRAZOS

 

♦ 1º de Janeiro de 2009: Data-limite para que os plugues de três pinos 3P (2P+terra), desmontáveis e não desmontáveis, sejam comercializados por fabricantes e importados em desacordo com a NBR 14136:2002

♦ 1º de Janeiro de 2009: Data-limite para a comercialização de tomadas fixas ou móveis de três pólos (2p+terra), desmontáveis ou não desmontáveis, em desacordo com a NBR 14136:2002

♦ 1º de Janeiro de 2010: Data-limite para a comercialização do cordão conector e o prolongador de dois ou três pinos, desmontáveis ou não desmontáveis, por fabricantes e importadores em desacordo com a NBR 14136:2002

 

 


NOVIDADES

19 jun 2009

LEDS

 

   Os leds mudarão a maneira do homem se relacionar com a luz. Essa pequena fonte de luz já está revolucionando a iluminação, oferecendo uma alternativa econômica e menos agressiva ao meio ambiente. As elevadas expectativas acerca dos leds mobilizaram o avanço das pesquisas sobre esse produto, de forma que, em menos de 60 anos de sua descoberta, quando cientistas britânicos conduziram experimentos com o Arseneto de Gálio (Gallium Arsenide – GaAs) e descobriram os primeiros diodos de luz que emitiam baixo nível de luz infravermelha, foi possível transforma-lo em um produto competitivo e atrativo para o mercado de iluminação.

   Atualmente, em laboratórios é possível produzir leds brancos de alta potência, de 1W a 3W, que alcançaram 1.200 lumens por watt,com cerca de 100 lumens por pacote. Já é possível também fabricar leds que atinjam 150 lúmens por watt, o que consagraria seu uso na iluminação pública. Esses produtos já existem tecnicamente. O desafio agora é conseguir fabricá-los em escala comercial.

   “A briga agora é minimizar o custo de toda energia produzida pelo led para competir com a fluorescente”.

   No Brasil essa substituição não deve acontecer antes de 2015, apesar da existência de um projeto de lei em tramitação que propõe a proibição das incandescentes  após 2010. “Para que isso aconteça, o preço tem de cair, não tem jeito”, explica Alain André Quivy, da USP.

 

OLEDS: UM MERCADO PROMISSOR

 

   Três décadas se passaram desde a descoberta dos leds, quando uma nova tecnologia que ficou conhecida como leds orgânicos chamou a atenção dos pesquisadores e dos lighting designers.

   A sigla Oled significa Organic Light Emitting Diodes (Diodos Orgânicos Emissores de Luz), leds que podem ser fabricados por meio de  impressão em materiais plásticos. Ou seja, essa nova tecnologia é um sistema no qual materiais orgânicos são “ensanduichados” entre dois eletrodos que se iluminam quando uma carga elétrica é aplicada. Esse produto é constituído de moléculas de carbono orgânico e polímeros e promete entrar no mercado como uma alternativa de iluminação econômica e viável para diversos setores.

   Os Oleds, diferentemente dos leds (que são constituídos por semicondutores inorgânicos, como o silício e o gálio), são compostos por moléculas de carbono que emitem luz ao transmitirem uma carga elétrica. Essas moléculas orgânicas poliméricas podem ser diretamente aplicadas sobre uma superfície plana (ou não), por meio de um método especial de impressão. Com a utilização de filamentos metálicos (eletrodos), é possível levar as cargas elétricas à região da molécula para provocar sua absorção e, posteriormente, a conversão dessa energia em luz.

   O primeiro led orgânico foi produzido em 1987 e esse tipo de material é utilizado principalmente em telas de computadores, celulares,etc. Contudo, as pesquisas estão voltadas para o desenvolvimento desses produtos para a iluminação de ambientes,e em laboratórios já foi possível atingir eficácia de aproximadamente 64lm/w em um oled.

    Assim em vez de comprar uma lâmpada de led, você comprará uma espécie de papel de parede luminoso, que poderá ser fixado inclusive sobre superfícies irregulares. O produto ainda possibilitará a fabricação de componentes mais finos. Por exemplo, um teto poderá ser recoberto com uma lâmina de oled, possibilitando uma iluminação uniforme. Como os oleds são transparentes quando desligados, desaparecem no ambiente.

   Sua tecnologia de fabricação pode fazer com que os oleds seja não só mais baratos, mas que também tenham vida útil maior que a dos leds.Fabricante como Osram, Philips Lumileds e General Eletric apostam na nova tecnologia e acreditam que pode estar nela o futuro de uma iluminação eficiente e mais econômica.

   Para se ter ideia, hoje, os leds brancos “quente” estão disponíveis atualmente com uma eficácia de 54lm/w e a temperatura de cor de 3.000k. Porém, em laboratório essa eficácia já chegou a 64lm/w.

   Segundo o gerente de produtos de GE iluminação, o engenheiro eletricista com ênfase em eletrônica e telecomunicações, Flávio Gonzáles, que possui 15 anos de experiência na área de desenvolvimento de produtos, as pesquisas sobre o oled ainda estão na fase inicial, mas tal produto tende a ter maior prazo de vida útil e maior eficiência no consumo de energia, chegando a 80% de economia, se comparada aos leds convencionais. “O oled é a evolução do led convencional que conhecemos hoje”, afirma

 

 


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12 mai 2009

Rei Materiais elétrico Ltda, empresa fundada em 1983, opera no varejo de materiais elétricos e hidráulicos. Sua sede localiza-se à Rua Floriano Peixoto n. 204, centro, Juiz de Fora (MG), ocupando uma área de 250m².

Seu objetivo como empresa é atender os vários segmentos da indústria, comércio, profissionais da área de eletricidade e hidráulica e pessoas físicas com pronta entrega, contando em seu estoque com mais de 5000 itens.

Principais fornecedores: Pial legrand, Weg, Siemens, Coel, Sil Cabos, Guaçu Cabos, Prysmian, Prime, G.e, Sylvania, Osram, Lorenzetti, Tigre, Alumbra, Amanco.